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Palavras-chave

27 de abr. 2015

Candidaturas às Residências de Estudantes do Técnico | 2015/2016


Informa-se que decorrerá no período de 27 de abril a 15 de maio o prazo de candidaturas, para o próximo ano letivo de 2015/16, às Residências de Estudantes do Técnico, i.e.:

- Residência de Estudantes Eng.º Duarte Pacheco, preferencialmente para alunos colocados no campus Alameda     [ na.tecnico.ulisboa.pt/rdp/apresentacao/localizacao ];

- Residência de Estudantes Prof. Ramôa Ribeiro, preferencialmente para alunos colocados no campus Taguspark     [ na.tecnico.ulisboa.pt/residencia-prof-ramoa-ribeiro/apresentacao/localizacao ].

Para o efeito, os interessados deverão preencher online a ficha de candidatura, conforme a Residência a que pretenderem candidatar-se, disponível em 
na.tecnico.ulisboa.pt/rdp/candidaturas 
ou 
na.tecnico.ulisboa.pt/residencia-prof-ramoa-ribeiro/candidaturas .

Uma vez submetida a ficha de candidatura, um eventual pedido de correção deverá ser enviado para o e-mail <nucleo.alojamentos@tecnico.ulisboa.pt> (impreterivelmente até às 23:59h do dia 15). Não tente mais do que um envio da ficha de candidatura - só a primeira será considerada.

Mais informações em na.tecnico.ulisboa.pt .

Palavras-chave

22 de abr. 2015

Professor Mariano Gago lembrado no início das Jornadas sobre Cultura Organizacional no Técnico

Decorreu esta terça-feira, 21 de abril, a primeira sessão das Jornadas sobre Cultura Organizacional no Técnico, que incluiu uma introdução geral e seguiu para um debate sobre "Autonomia e desenvolvimento na profissão e na aprendizagem".

O professor João Cunha e Serra, presidente da Assembleia de Escola, foi o principal dinamizador das Jornadas, e abriu a sessão aproveitando a oportunidade para uma "singela homenagem ao Zé Mariano [professor José Mariano Gago]". "Era uma pessoa controversa, como todas as que se envolvem em política, mas um homem formidável."

As homenagens multiplicaram-se, aliás, durante toda a tarde, com a professora Isabel Ribeiro a proferir um dos mais comoventes elogios, lembrando "o homem da ciência, o estratega, o visionário, o impulsionador que foi Mariano Gago". "Fez muito pela ciência em Portugal e pelo panorama científico que hoje temos - e que temos que trabalhar para manter - no Técnico."

Estas Jornadas, uma iniciativa da Assembleia de Escola, "visam proporcionar um espaço aberto a todos os membros da comunidade IST para apresentar propostas sobre qualquer assunto que diga respeito à escola", explicou João Cunha e Serra. "Espero que os contributos nestas Jornadas possam ter eco nos órgãos de gestão (...), para que o Técnico seja e permaneça um espaço de liberdade, educação e cooperação."

Na sessão de introdução estiveram presentes o professor Eduardo Pereira, vice-reitor da Universidade de Lisboa, o professor Arlindo Oliveira, presidente do Técnico, a Dr. Joana Pinto dos Santos, membro não-docente na Assembleia de Escola e Pedro Sereno, presidente da Associação dos Estudantes do Técnico (AEIST).

Os professores José Neves, do ISCTE, e Luís Valadares Tavares, do Técnico, tomaram a palavra de seguida, com intervenções sobre o tema geral das Jornadas. Para José Neves, especialista em Clima e Cultura Organizacionais, "o conhecimento da cultura de uma organização serve para calibrar a atuação dos dirigentes: para que esta seja consonante com a cultura já existente". Já Luís Valadares Tavares lembrou que um dos pilares fundamentais da cultura do Técnico é "a ligação muito forte à sociedade". "Não somos uma escola isolada da comunidade."

Na parte final da sessão, houve lugar para mais intervenções, dedicadas ao tema desta primeira sessão, altura que a professora Isabel Ribeiro aproveitou para criticar duramente "as sucessivas limitações à autonomia universitária" que têm prejudicado o bom funcionamento do Técnico. "Precisamos de criar escola, de passar a cultura do Técnico. (...) As graves restrições à nossa autonomia, que está consagrada em lei, dificultam isto mesmo. Mas eu tenho esperança."

O professor José Tribolet falou de seguida, destacando que "a educação tem um papel fundamental na construção da identidade e o Técnico não pode desmarcar-se desse papel". "Acho que podemos fazer muito mais com os recursos que temos."

Lídia Silva, funcionária não docente do recém-integrado Campus Tecnológico e Nuclear, sublinhou a importância de garantir aos funcionários oportunidades para desenvolvimento pessoal e profissional, dando vários exemplos de programas e cursos em que estes podem participar, e Pedro Sereno, da AEIST, falou sobre as necessidades dos estudantes, lembrando a necessidade de melhores espaços de estudo e lazer, de se fomentar o ensino de línguas, de garantir que os estudantes não são vítimas de fatores "de violência psicológica" que têm repercussões ao nível do sucesso escolar e de promover atividades complementares para que se formem "cidadãos completos". "Não vamos baixar os braços. Vamos trabalhar sobre todos os temas que considerem pertinentes nestas Jornadas."


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21 de abr. 2015

Programa de Ações Integradas Luso-Alemãs 2016

Encontram-se abertas, até ao dia 15 de junho, as candidaturas ao Programa de Ações Integradas Luso-Alemãs 2016, que objetiva a intensificação da cooperação científica entre Portugal e a Alemanha através do fomento do intercâmbio de pessoas em função de projetos de investigação comuns.

O Programa de Ações Integradas Luso - Alemãs resulta de um acordo entre o Deutscher Akademischer Austauschdienst (DAAD) e o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP).

As ações Luso-Alemãs destinam-se a financiar projetos de investigação, por um período de dois anos, entre professores e/ou investigadores das Universidades Portuguesas que integram o CRUP e professores das Instituições Alemãs de Ensino Superior.

Para poderem ser considerados, todos os projetos devem ser apresentados simultaneamente nos dois países, pelo que a Equipa Portuguesa deve assegurar-se de que a Instituição que com ela colabora, entrega idêntica proposta no DAAD.

O presente concurso encontra-se aberto para todas as áreas científicas, sendo particularmente encorajadas as candidaturas de jovens investigadores com vínculo à respetiva Universidade, bem como candidaturas de equipas seniores que integrem jovens investigadores, ou que incluam programas de formação pós-graduada.

Mais informações.