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O Instituto

O Instituto Superior Técnico tem como missão contribuir para o desenvolvimento da sociedade, promovendo um Ensino Superior de qualidade nas áreas da Arquitetura, Engenharia, Ciência e Tecnologia, nas vertentes de graduação, pós-graduação e formação ao longo da vida, e desenvolvendo atividades de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (ID&I), essenciais para o progresso do conhecimento, e para ministrar um ensino ao nível dos mais elevados padrões internacionais.

Factos e números

1911

O Instituto Superior Técnico foi fundado em 23 de maio de 1911 por Alfredo Bensaude.

42%

Alunos empregados antes de concluir o curso.

86%

Diplomados empregados até 6 meses após a conclusão do curso.

77%

Diplomados de 2º Ciclo empregados na área de formação.

11.412

Número de estudantes que o Técnico acolhe (três ciclos de estudos).

2.237

Publicações científicas no ISI Web of Science.

53

Empresas spin-off criadas no Técnico desde 2009.

3

O Técnico dispõe de três campi (Alameda, Taguspark e Tecnológico e Nuclear).

3

Residências universitárias do Técnico localizadas em diferentes pontos da área de Lisboa.

31%

Estudantes internacionais de Doutoramento.

Fonte: NEP, 01.09.2017.

O Técnico e os desafios do futuro

O grande desafio que há mais de um século levou à criação do Instituto Superior Técnico – a necessidade de trazer para Portugal o conhecimento e a formação científica e tecnológica que então não existia – está hoje ultrapassado. Praticamente 11 décadas após a sua criação, o Técnico é hoje, com os seus cerca de 12.000 alunos, de mais de 60 nacionalidades diferentes, uma escola de engenharia e ciência, e também arquitetura, fortemente internacionalizada, aberta à sociedade, às empresas, à inovação, ao empreendedorismo, à criação de emprego, de valor e de conhecimento. É uma instituição reconhecida, dentro e fora de Portugal, pela qualidade daquilo que faz.

Contudo, no virar da primeira década após o centenário da sua criação, o Técnico encontra-se hoje num claro ponto de viragem.

Inserido que está numa sociedade global em rápida acelerada mudança, os novos desafios que hoje se nos apresentam, naquilo que é a nossa missão de ensino, formação e investigação em diferentes áreas, são vastos e de enorme complexidade.

Alterações climáticas e soluções para a sustentabilidade ambiental; globalização económica e tecnológica; globalização, gestão e segurança de dados pessoais disponíveis em suportes informáticos; aumento demográfico e necessidade de redução de desigualdades sociais; tecnologias biomédicas que acrescentam anos à vida mas ainda não acrescentam vida aos anos; rápidas mudanças tecnológicas, com impacto nos modelos até agora vigentes de transmissão de conhecimentos e necessidade de adaptação ao longo da vida útil profissional a essas mudanças, são alguns de entre os muitos desafios que se colocam agora e no futuro próximo, à sociedade, e, particularmente, ao Instituto Superior Técnico.

Dar cumprimento à missão para que o Técnico foi criado, no segundo século da sua existência, passará pois por sermos capazes de nos prepararmos para podermos continuar a contribuir com respostas e soluções, científicas e tecnológicas, para os complexos desafios do futuro, contribuindo assim para uma sociedade mais desenvolvida, mais sustentável, com melhores condições de vida e mais justa.

É essa a razão pela qual teremos, durante os próximos anos, de repensar e transformar o nosso modelo de ensino, a nossa investigação, a nossa ligação à sociedade, a nossa gestão e a nossa capacidade de investimento, em estreita colaboração com os nossos parceiros académicos, empresariais e societais, de forma aberta, sem preconceitos e sem receio do futuro.

Rogério Colaço.
Presidente do IST.